Ao contrário do que o mundo esperava, os primeiros ataques com armas químicas da Guerra do Golfo foram feitos pelos americanos. E na própria Casa Branca!
Momentos de tensão antecederam o início dos bombardeios pra lá de Bagdá. Minutos antes do pronunciamento à nação de George W. Bush, agentes da CIA (Cansei de Inventar esses Acrônimos) descobriram que uma célula terrorista da al-Qaeda havia se instalado dentro da cabeça do presidente dos EUA.
“Normalmente, os seres humanos possuem um cérebro na cavidade do crânio. Surpreendentemente, descobrimos que a de Bush encontrava-se vazia, o que facilitou a invasão”, comentou um assessor do governo.
Os terroristas começaram a praticar atentados que deixaram o presidente de cabelo em pé. Unilateralmente, Bush decidiu pelo uso da força e autorizou um cabeleireiro a retaliar seu couro cabeludo com um pente. Essa ação unilateral norte-americana provocou reações iradas e beicinhos da França, país gay por excelência e, consequentemente, reduto de milhares de cabeleireiros que se opuseram ao uso da força.
Como nada dava resultado, em uma atitude extrema, resolveu-se utilizar armas químicas como spray e laquê para acabar com as ondas terroristas.
“Agora eu sei porque os árabes usam aqueles turbantes. É para esconder o cabelo ruim”, disse o presidente, aliviado, em um comentário unilateral preconceituoso e sem aprovação da ONU (Orgulhosa por Não ser Ùtil).
A edição do É os Cavalo! em inglês (Its the Bloody Horses!) conseguiu apurar ainda que Bush, assustado com o poder das armas químicas de beleza, resolveu que o próximo passo de sua guerra de prevenção aos inimigos externos será bombardear o Instituto L’Oreal de Paris. Entretanto, como os mísseis são inteligentes, acabarão por bombardear a França inteira. Após isso, os EUA pretendem se prevenir das cáries, das doenças cardio-vasculares e dos radicais livres para poder ter uma vida melhor e mais saudável.
