Esboço de texto do nunca publicado "Sueco-o Jornal do Baralho" que achei revirando minhas coisas. Como nada se cria, nada se transforma, tudo se copia, aqui vai a transcrição. Quanto à abrupta interrupção, se deu porque era para ser um texto a quatro mãos e eu não possuo a continuação.
NO INÍCIO ERA O CAOS. DEPOIS SURGIU DORIA, PARA EXPLICÁ-LO E PIORÁ-LO.
A crença bíblica de que Deus criou o homem à sua imagem e semelhança guarda um fundo de verdade. No entanto, não foi o Homo sapiens que Deus fez ao olhar no espelho, mas sim o Homo dorius, espécie que perdura até hoje sob a forma da família Doria, importantíssima em toda a história da humanidade. Já na Idade da Pedra, os Dorias se destacavam. Piteco Doria, professor de caça dos jovens sapiens sabiamente incumbia seus discípulos- como os chamava- de fazer seminários sobre o assunto, com temas tão diversos como Matemática e Caça, A caça e as humanidades, A caça e o caos- tema incluído em suas litografias, segundo o próprio Piteco. Enquanto os alunos tomavam a sua tarefa e verdadeiramente davam aula, Piteco Doria incumbia-se de inventar o fogo, do qual logo se aproveitou para fazer sua segunda invenção e que conquistou mais adeptos- o baseado. Os efeitos danosos da erva acabaram desencadeando em Piteco uma mutação que transmite até hoje a seus descendentes- o leve autismo social.
No Egito Antigo, reinou o faraó Tutancâmon Doria, que ascendeu ao trono com apenas 16 anos e dele caiu aos 17- na verdade, caiu da carroça, pois conversava como o cocheiro sobre seus antepassados ilustres, o distraindo e fazendo com que este perdesse o controle da condução.
Também na Grécia Antiga havia os Doria, como o filósofo Sócrates Doria, que preferiu morrer envenenado com cianeto a admitir que as idéias expostas em seu livro "Filosofia: Dos Pré-Dóricos Aos Nossos Dias" na realidade nada tinha a ver com o tema ao qual se propunha. Sócrates Doria morreu dizendo que a academia precisava ser reformulada, ladainha que já vinha repetindo há 10 anos.
O mais célebre Doria de todos os tempos- à exceção, é claro, do professor Francisco Antonio Doria- talvez tenha sido Judas Iscariotes Doria. Judas, a quem a história acusa injustamente de ter vendido Jesus Cristo por 30 dinheiros, nunca fez isso- na realidade, o Doria discípulo (uma ocasião única na história) possuía o apurado tino comercial dos Doria, tendo inflacionado o mercado e vendido Jesus por nada mais, nada menos que 100 dinheiros.
Na época de Carlos Magno, a figura histórica importante na família Doria foi a estagiária Mônica Doria, que dava vazão aos acessos ninfomaníacos de Carlos Magno- não, este texto não responderá se ele era de fato magno ou não- e possibilitou que hoje 99,9% de toda a humanidade descenda do imperador europeu.
A história da família Doria começa a cruzar com a história de nossa nação quando Pero Vaz de Caminha Doria embarca na esquada de Pedro Álvares Cabral, que viria a descobrir Pindorama. Até hoje permanecem inéditos trechos da missiva de Caminha Doria, nos quais este mostrava com eloqüência a conexão entre as ciências exatas e o descobrimento.
NO INÍCIO ERA O CAOS. DEPOIS SURGIU DORIA, PARA EXPLICÁ-LO E PIORÁ-LO.
A crença bíblica de que Deus criou o homem à sua imagem e semelhança guarda um fundo de verdade. No entanto, não foi o Homo sapiens que Deus fez ao olhar no espelho, mas sim o Homo dorius, espécie que perdura até hoje sob a forma da família Doria, importantíssima em toda a história da humanidade. Já na Idade da Pedra, os Dorias se destacavam. Piteco Doria, professor de caça dos jovens sapiens sabiamente incumbia seus discípulos- como os chamava- de fazer seminários sobre o assunto, com temas tão diversos como Matemática e Caça, A caça e as humanidades, A caça e o caos- tema incluído em suas litografias, segundo o próprio Piteco. Enquanto os alunos tomavam a sua tarefa e verdadeiramente davam aula, Piteco Doria incumbia-se de inventar o fogo, do qual logo se aproveitou para fazer sua segunda invenção e que conquistou mais adeptos- o baseado. Os efeitos danosos da erva acabaram desencadeando em Piteco uma mutação que transmite até hoje a seus descendentes- o leve autismo social.
No Egito Antigo, reinou o faraó Tutancâmon Doria, que ascendeu ao trono com apenas 16 anos e dele caiu aos 17- na verdade, caiu da carroça, pois conversava como o cocheiro sobre seus antepassados ilustres, o distraindo e fazendo com que este perdesse o controle da condução.
Também na Grécia Antiga havia os Doria, como o filósofo Sócrates Doria, que preferiu morrer envenenado com cianeto a admitir que as idéias expostas em seu livro "Filosofia: Dos Pré-Dóricos Aos Nossos Dias" na realidade nada tinha a ver com o tema ao qual se propunha. Sócrates Doria morreu dizendo que a academia precisava ser reformulada, ladainha que já vinha repetindo há 10 anos.
O mais célebre Doria de todos os tempos- à exceção, é claro, do professor Francisco Antonio Doria- talvez tenha sido Judas Iscariotes Doria. Judas, a quem a história acusa injustamente de ter vendido Jesus Cristo por 30 dinheiros, nunca fez isso- na realidade, o Doria discípulo (uma ocasião única na história) possuía o apurado tino comercial dos Doria, tendo inflacionado o mercado e vendido Jesus por nada mais, nada menos que 100 dinheiros.
Na época de Carlos Magno, a figura histórica importante na família Doria foi a estagiária Mônica Doria, que dava vazão aos acessos ninfomaníacos de Carlos Magno- não, este texto não responderá se ele era de fato magno ou não- e possibilitou que hoje 99,9% de toda a humanidade descenda do imperador europeu.
A história da família Doria começa a cruzar com a história de nossa nação quando Pero Vaz de Caminha Doria embarca na esquada de Pedro Álvares Cabral, que viria a descobrir Pindorama. Até hoje permanecem inéditos trechos da missiva de Caminha Doria, nos quais este mostrava com eloqüência a conexão entre as ciências exatas e o descobrimento.
